sábado, 7 de abril de 2012

Ainda Espero

Ainda espero teus textos, teus versos
Ainda espero teus beijos no inverno
Ainda espero e desejo, de fato
À você, teu caderno e teu tato

Ainda espero a ironia divina
Aquela que no destino impera
Pra quebrar a impiedosa rotina
De não ter o teu corpo em quimera

Ainda te espero na rua e nos mares
Ainda te espero no morro e nos bares
Ainda morro de errar de amores

Há esperança na paz desse amor
Há confiança no amor entre iguais
Me ensina como se faz, me ensina como se faz?

Amilton B.B. (Feliz 5 anos)

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