Hoje, andando pelas ruas do Centro da cidade, onde o passado se encontra com o presente, dei um paaso e recebi um presente.
Uma ligação.
Durou 5 min ... e caí em prantos.
Um misto de alegria e tristeza tomou meu corpo. Arrepios em todos os cantos.
Ouvi sua voz a agradecer-me e comecei a me desesperar, pensei em seu sucesso profissional e no nosso insucesso relacional. Como queria estar do seu lado nesse momento.
Tu me honras com o privilégio de ser o primeiro a saber da notícia, ainda fresca. Mas tu me deixas sem notícias tuas durante tanto tempo, me deixaste sem tua presença física, sem teus beijos e abraços, me deixaste sem identidade, desfigurado e irreconhecível.
Sou apenas uma alma penada de um corpo esfacelado que perambula pelas ruas do Centro do Rio em busca de uma chance, em busca de algo que não vai encontrar em ninguém.
Um amor que me dê razão de viver.
Mas amor e razão nunca fizeram sentido na mesma frase.
Obrigado por continuar sendo meu amor. Desculpa se ainda não compreendo suas razões.
Parabéns pelo seu sucesso, sempre confiei e sempre torcerei por você. Acredite, sempre estarei te seguindo até estar novamente ao seu lado.
Te amo!
As palavras já não definem, o tempo já não ameniza, os olhos já não espelham e a solidão permanece fiel, dolorosamente companheira. De que adianta criar verdades se a vida é de ilusões. Você acabou com as minhas. Não há porquê seguir em frente. Actum est.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Ainda Espero
Ainda espero teus textos, teus versos
Ainda espero teus beijos no inverno
Ainda espero e desejo, de fato
À você, teu caderno e teu tato
Ainda espero a ironia divina
Aquela que no destino impera
Pra quebrar a impiedosa rotina
De não ter o teu corpo em quimera
Ainda te espero na rua e nos mares
Ainda te espero no morro e nos bares
Ainda morro de errar de amores
Há esperança na paz desse amor
Há confiança no amor entre iguais
Me ensina como se faz, me ensina como se faz?
Amilton B.B. (Feliz 5 anos)
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